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Não à reforma Previdência

Proposta responsabiliza trabalhadores e mais pobres

Os bancários de todo o Brasil atenderam ao chamado das centrais sindicais e saíram às ruas para dizer não à reforma da Previdência, proposta pelo governo, que restringe o acesso à aposentadoria e reduz o valor do benefício, prejudicando milhões de pessoas, especialmente os que começam a trabalhar mais cedo, e os idosos que vivem em situação de miserabilidade.

“As atividades serviram para mostrar aos bancários e à sociedade as perversidades da proposta de reforma da Previdência que o governo quer nos empurrar”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.

Para Juvandia, a proposta joga nas costas dos trabalhadores a responsabilidade por cobrir o que o governo alega ser o déficit da Previdência. “O que o governo diz ser déficit não existiria se não houve os desvios de recursos de impostos que deveriam ser destinados à Previdência e se cobrasse as dívidas de grandes devedores do INSS”, afirmou.

Juvandia disse ainda que, ao invés de jogar a conta para os trabalhadores, o governo deveria taxar grandes fortunas e instituir formas de arrecadação sobre a renda, com mais faixas de alíquotas, e isentando quem ganha até R$ 5 mil. “Durante a campanha, quando seu concorrente apresentou essa proposta, mesmo sem que estivesse em seu programa de governo, Bolsonaro correu para dizer que também faria isso. Temos que cobrar que ele cumpra sua promessa”, lembrou a presidenta da Contraf-CUT.

Em Juiz de Fora mais atividades como o ato da última sexta-feira, 22, estão sendo programadas para conscientizar a classe trabalhadora sobre a importância de barrar mais esse ataque do desgoverno Bolsonaro.

Confira as fotos do ato!

Fonte: SINTRAF JF com informações da Contraf-CUT