Sindicato do Bancários Zona da Mata e Sul de Minas - SINTRAF JF
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Imprensa e Notícias

Ditadura NUNCA MAIS!

Crimes e tortura mancharam de sangue a história do país

Domingo, dia 31, foi dia de vestir de preto e fazer memória das inúmeras vítimas da violência do Estado no período de Ditadura Militar (1964-1985). Período esse que manchou de sangue a história do nosso país, mas se faz necessário relembrar para que NUNCA MAIS aconteça. Na última semana, o presidente Bolsonaro (PSL) em um discurso recomendou que os quartéis comemorassem o dia 31 de março. Fala que é inaceitável e repudiada pelos movimentos sociais, populares e sindicais e que não comemoram, e sim fazem memória das vítimas para que crimes e tortura não sejam novamente instrumentos do Estado. 

Por acreditar que o Fascismo não se comemora, mas sim se destrói é que o SINTRAF JF cobriu com uma faixa preta a sua sacada. Além disso, para marcar a data o Sindicato se une à Frente Brasil Popular, sindicatos, movimentos sociais e populares, partidos de esquerda, entre outras entidades para uma marcha contra o Fascismo e Contra qualquer forma de ditadura. A marcha será iniciada no calçadão da Rua Halfeld, em frente ao Banco do Brasil, às 16 horas, hoje, 1 de abril, e percorrerá ruas do centro para chamar a atenção da população para a questão. 

É bom lembrar que esse discurso não é o primeiro nesse sentido que Bolsonaro faz. Além de atacar mulheres e outros seguimentos, ainda deputado federal, Bolsonaro ao declarar o seu voto no processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, fez uma homenagem à memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra chamando-o de “o pavor de Dilma Rousseff”, por ter comandado as sessões de tortura contra a ex-presidenta, que foi presa durante a ditadura militar.

O desenvolvimento do fascismo em nossos dias impulsionado por Bolsonaro e seus seguidores precisam ser barrados, assim como a Reforma da Previdência que fere de morte a constituição brasileira.