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Imprensa e Notícias

Bancários participam de Greve Nacional pela Educação

Atos foram realizados em várias cidades do país

Bancários participaram da Greve Nacional Pela Educação, nesta quarta-feira (15).  A categoria se uniu aos trabalhadores e trabalhadoras da educação para protestar contra o corte de 30% nos investimentos para a educação, anunciado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. A paralisação também ganhou apoio popular e contou com a adesão de estudantes e trabalhadores de outras categorias, além de movimentos sociais e partidos políticos. Várias frentes de estudantes, UFJF, IFET e outras instituições, se deslocaram em caminhada pelas ruas da cidade até o ponto de concentração, o Parque Halfeld. Após falas de representantes de diversas categorias, como a bancária, trabalhadores da educação, movimentos populares e manifestações artísticas a multidão de manifestantes seguiu com o protesto pelas ruas do centro.

 

 

 

 

 

A manifestação, que tinha como mote a frase “Ou param com os cortes, ou paramos o Brasil”, gerou grande repercussão na população e nos meios de comunicação, dando visibilidade à mais essa ação do Governo Bolsonaro que lesa toda a população, uma vez que a educação é um direito fundamental.

Heleno Araújo, presidente da CNTE, reforça que educação pública e de qualidade é direito de todos e os cortes de recursos vão sucatear as instituições ‘empurrando’ alunos às universidades pagas. “Vai onerar as famílias. Se a universidade deixa de ser pública, quem tem dinheiro é que poder estudar”, disse. 

Além de impedir a realização de serviços oferecidos à comunidade, como os atendimentos do Hospital Universitário, da Farmácia Universitária, e projetos de extensão como os cursos de línguas, o corte da verba para a educação impossibilita o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas que incidem diretamente no crescimento do país.  

 

 

 

 

 

 

  • Esquenta para a Greve Geral

A paralisação dos trabalhadores da educação é um esquenta para a Greve Geral, que acontecerá no dia 14 de junho, contra a proposta de Reforma da Previdência, que decretará o fim da aposentadoria. 

Fonte: SINTRAF JF com informações da Contraf-CUT