|
:.
Encontro
Nacional
deflagra
campanha
permanente
no Itaú,
Unibanco e
HSBC:
25/11/2008
O
Encontro
Nacional
dos
Dirigentes
Sindicais
do
Itaú,
Unibanco
e
HSBC
organizado
pela
Contraf/CUT
terminou
nesta
quarta-feira
19
com
a
aprovação
da
deflagração
das
campanhas
permanentes
em
cada
banco
para
negociar
as
reivindicações
específicas.
Os
dirigentes
decidiram
que
a
campanha
no
Itaú
e no
Unibanco
já
será
unificada,
tendo
como
eixos
centrais
a
garantia
dos
empregos
e a
preservação
dos
direitos.
Nos
dias
8, 9
e 10
de
dezembro
será
a
vez
dos
dirigentes
sindicais
do
Bradesco
e do
Santander/Real
realizarem
o
seu
Encontro
Nacional.
"Com
esses
encontros
nacionais,
estamos
consolidando
a
estratégia
de
campanhas
articuladas,
com
negociações
dos
temas
de
interesse
comum
da
categoria
realizadas
na
mesa
da
Fenaban
durante
a
campanha
salarial
e
negociações
permanentes,
durante
o
ano
todo,
das
questões
específicas
de
cada
banco",
explica
Vagner
Freitas,
presidente
da
Contraf/CUT.
"Nosso
objetivo
é
organizar
e
mobilizar
a
categoria
para
irmos
atrás
das
reivindicações
e
avançarmos
nas
conquistas."
Mais
de
150
dirigentes
sindicais
dos
três
bancos
privados
participaram
do
Encontro
Nacional,
iniciado
na
segunda-feira
17,
no
município
de
Embu
das
Artes,
na
Grande
São
Paulo.
Em
defesa
do
emprego
no
Itaú
e
Unibanco
Além
da
luta
pela
garantia
dos
empregos
e
preservação
dos
direitos
dos
bancários,
os
encontros
do
Itaú
e
Unibanco
aprovaram
uma
série
de
reivindicações
específicas,
que
serão
unificadas
na
reunião
que
será
realizada
no
dia
8 de
dezembro
entre
as
comissões
de
empresa
dos
funcionários
dos
dois
bancos.
Já
está
decidido
que
haverá
uma
campanha
de
mídia
em
defesa
do
emprego
e
dos
direitos,
com
a
definição
de
uma
marca
e
confecção
de
camisetas
e
jornais
para
clientes
do
Itaú
e do
Unibanco.
Os
dirigentes
sindicais
vão
elaborar
ainda
um
documento
que
será
entregue
ao
Cade
e ao
Banco
Central
e
farão
um
monitoramento
minucioso
nos
Estados
sobre
o
nível
de
emprego
nos
dois
bancos.
"Foi
extraordinária
a
unidade
demonstrada
pelos
dirigentes
sindicais
do
Itaú
e do
Unibanco
em
torno
da
necessidade
estratégica
de
defender
os
empregos
e os
direitos
dos
bancários
no
processo
de
fusão",
avalia
Carlos
Cordeiro,
secretário-geral
da
Contraf/CUT,
que
é
funcionário
do
Itaú.
"Ficou
claro
que
é
importante
dialogar
tanto
com
a
categoria
quanto
com
a
opinião
pública,
para
mostrar
que
a
fusão
não
pode
ser
benéfica
apenas
aos
banqueiros,
mas
também
precisa
ser
positiva
para
a
sociedade
e
para
os
bancários."
Fonte:
Contraf/CUT
[
Notícias
] - [
Início
]

:.
Bancários
definem
campanha
internacional
conjunta por
proteção ao
emprego:
25/11/2008
Os
bancários
de
toda
a
América
realizarão
uma
campanha
conjunta
pela
proteção
do
emprego
e
das
condições
de
trabalho
no
setor
financeiro.
A
decisão
foi
tomada
nesta
sexta-feira,
dia
21,
na
plenária
final
da
4ª
Reunião
Conjunta
das
Redes
Sindicais
de
Bancos
Internacionais,
realizada
na
sede
da
COntraf/CUT,
em
São
Paulo.
*Veja
outras
notícias
sobre
a 4ª
Reunião
Conjunta
das
Redes
Sindicais
de
Bancos
Internacionais:
Durante
dois
das,
165
pessoas
de
dez
países
participaram
de
debates
a
respeito
dos
principais
desafios
do
setor
bancário
internacional.
Estiveram
presentes
dirigentes
dos
bancos
de
Itaú,
Santander-Real,
HSBC,
Unibanco,
BBVA
e
Banco
do
Brasil.
Na
manhã
desta
sexta,
os
dirigentes
se
dividiram
por
bancos
e
debateram
as
questões
específicas
que
serão
tratadas
com
as
empresas
no
próximo
período.
Depois
dessa
etapa,
uma
plenária
reuniu
todos
os
bancários
para
definir
o
calendário
da
Semana
Internacional
de
Lutas,
que
acontecerá
entre
os
dias
8 e
12
de
dezembro.
A
semana
servirá
como
lançamento
da
campanha
internacional
sobre
proteção
do
emprego
e
condições
de
trabalho.
Veja
as
datas
por
banco:
Dia
08 -
Banco
do
Brasil.
Dia
09 -
Itaú/Unibanco.
Dia
10 -
HSBC
Dia
11 -
BBVA
Dia
12 -
Santander/ABN.
As
entidades
irão
aprovar
uma
mídia
conjunta
para
a
campanha
de
proteção
ao
emprego.
Deverão
ser
disponibilizados
banners,
selos
e
cartazes
na
página
da
UNI
para
download.
Ficou
agendada
também
uma
outra
semana
de
lutas,
a
ser
realizada
no
final
de
janeiro
de
2009,
em
conjunto
com
a
UNI-Finanças
Mundial.
"Foi
um
evento
muito
importante
para
a
organização
internacional
dos
trabalhadores,
especialmente
neste
momento
de
crise
que
ameaça
os
empregos
de
todos",
afirma
Vagner
Freitas,
presidente
da
Contraf/CUT.
Ele
considera
que
a
definição
da
campanha
internacional
de
proteção
ao
emprego
foi
um
passo
importantíssimo.
"Somente
com
mobilização
conseguiremos
leis
e
acordos
que
garantam
o
direito
de
todos
ao
emprego
e a
condições
de
trabalho
dignas",
sustenta.
Fonte:
Contraf/CUT
[
Notícias
] - [
Início
]

:. Banco
do Brasil
compra Nossa
Caixa por R$
5,38
bilhões:
20/11/2008
Alexandro
Martello
Do
G1,
em
Brasília
Mesmo
assim,
BB ainda
não
retornou
ao posto
de maior
banco do
país.
Negociações
aconteciam
há meses
e foram
facilitadas
pela MP
443.
O
Banco
do
Brasil
confirmou
nesta
quinta-feira
(20),
por
meio
de
comunicado
à
Comissão
de
Valores
Mobiliários
(CVM)
e à
Bolsa
de
Valores
de
São
Paulo,
a
aquisição
do
banco
paulista
Nossa
Caixa
por
R$
5,38
bilhões.
O
pagamento
será
feito
em
dezoito
parcelas
mensais
a
partir
de
março
de
2009
no
valor,
cada
uma,
de
R$
299,2
milhões
-
corrigidas
pela
taxa
básica
de
juros,
atualmente
em
13,75%
ao
ano.
"O
valor
da
operação
foi
calculado
com
base
em
avaliação
econômico-financeira
elaborada
por
consultores
contratados
pelo
Banco
do
Brasil,
a
qual
levou
em
consideração,
entre
outras
metodologias,
as
perspectivas
de
rentabilidade
futura
e o
fluxo
de
caixa
descontado
da
Nossa
Caixa",
informou
o
Banco
do
Brasil.
A
venda
da
Nossa
Caixa
foi
precedida
por
reunião
entre
o
governador
de
São
Paulo,
José
Serra,
e o
presidente
Luiz
Inácio
Lula
da
Silva,
ocorrida
nesta
quarta-feira
(19).
Ao
fim
do
encontro,
porém,
o
governador
José
Serra
negou
que
o
assunto
tenha
sido
discutido.
Serviços
em
São
Paulo
O BB
informa
ainda
que
um
memorando
de
entendimentos
prevê
a
manutenção
da
prestação
de
serviços
ao
estado
de
São
Paulo.
De
acordo
com
o
Banco
do
Brasil,
os
serviços
serão
mantidos
em
"todas
as
localidades"
atualmente
atendidas
pela
Nossa
Caixa,
com
incremento
das
políticas
de
crédito
e de
fomento
desenvolvidas
pelo
banco
paulista.
O
Banco
do
Brasil
também
informa
que
assumirá
a
"operacionalização"
dos
programas
sociais
do
governo
do
estado
administrados
pela
Nossa
Caixa
e
que
manterá
o
patrimônio
público,
principalmente
no
que
se
refere
a
depósitos
judiciais
e
operações
financeiras
privativas
de
instituições
financeiras
oficiais.
Liderança
Mesmo
com
a
compra
da
Nossa
Caixa,
o
Banco
do
Brasil
ainda
não
retornou
ao
posto
de
maior
banco
do
país.
Mas
deu
um
passo
para
eventualmente
retomar,
no
futuro,
a
posição
nunca
havia
perdido
anteriormente.
Ao
concretizar
a
compra
da
Nossa
Caixa,
o BB
soma
R$
53,4
bilhões
em
ativos,
que
já
totalizavam
R$
459
bilhões
antes
da
operação.
Com
isso,
a
instituição
sobe
para
cerca
de
R$
512,4
bilhões
em
ativos
totais.
Este
valor
já
contabiliza
o
Banco
do
Estado
de
Santa
Catarina
(Besc)
e
Banco
do
Piauí
(BEP)
-
este
último
adquirido
recentemente.
O
conglomerado
formado
pelo
Itaú
e
Unibanco
possui
cerca
de
R$
575
bilhões
em
ativos.
mantendo
a
liderança.
O BB
também
avalia,
porém,
a
compra
do
Banco
de
Brasília
(BRB)
e há
rumores
que
estaria
negociando
a
aquisição
de
parte
do
Banco
Votorantin.
A
instituição
também
tem
atuado
na
compra
de
carteiras
de
crédito
de
bancos
de
menor
porte.
O BB
deixou
a
liderança
no
início
de
novembro
com
a
fusão
entre
o
Itaú
e o
Unibanco,
que
resultou
na
criação
de
um
"gigante
financeiro".
Com
a
operação,
o
conglomerado
formado
pelos
dois
bancos
privados
assumiu
o
posto
de
maior
instituição
financeira
não
só
do
Brasil,
mas
também
da
América
do
Sul.
Logo
após
o
anúncio
da
fusão
entre
o
Itaú
e o
Unibanco,
o
ministro
da
Fazenda,
Guido
Mantega,
já
avisava
que
o BB
perderia
a
liderança
"momentaneamente"
e
que
a
instituição
teria
a
chance
de
correr
atrás
e se
recompor.
"A
vida
é
assim.
Nada
como
um
dia
depois
do
outro.
Ele
[BB]
terá
também
a
chance
de
correr
atrás
e se
refazer",
disse
Mantega
na
ocasião.
A
visão
é
compartilhada
pelo
presidente
Lula,
para
quem
há
interesse
de
que
o BB
seja
"muito
maior
do
que
qualquer
banco
no
Brasil."
Nova
regra
A
compra
da
Nossa
Caixa
foi
agilizada
pela
edição,
por
parte
do
presidente
Lula,
da
Medida
Provisória
443,
que
autoriza
o
Banco
do
Brasil
e a
Caixa
Econômica
Federal
a
adquirirem,
com
menos
burocracia,
instituições
financeiras
públicas
e
que
passou
a
permitir
a
compra
de
bancos
privados.
A
medida
foi
anunciada
em
meados
de
outubro,
antes
da
fusão
do
Itaú
com
o
Unibanco.
O BB
lembra
que
já
estava
conversando
com
o
governo
paulista
sobre
a
compra
da
Nossa
Caixa
há
vários
meses,
ou
seja,
bem
antes
do
anúncio
da
fusão
entre
o
Itaú
e
Unibanco.
Com
a MP
443,
informou
em
outubro
o
vice-presidente
de
Finanças
do
BB,
Aldo
Mendes,
a
compra
do
banco
paulista
teria
ficado
mais
fácil,
visão
que
também
foi
compartilhada
pelo
governador
de
São
Paulo,
José
Serra.
Segundo
explicou
Aldo
Mendes,
do
BB,
quando
a MP
443
foi
editada
em
outubro,
o
modelo
antigo
[pelo
qual
o BB
não
podia
fazer
compras
diretas
de
outros
bancos]
começou
a
mostrar
"grande
dificuldade"
para
a
compra
da
Nossa
Caixa
e
BRB,
pois
envolvia
uma
engenharia
financeira
complicada
e
pagamento
em
ações.
"Os
vendedores
[governos
estaduais]
não
querem
receber,
como
moeda
de
troca,
ações
de
outro
banco.
Querem
transformar
esse
banco
em
outros
ativos.
Em
um
primeiro
momento
caixa
[dinheiro]
e,
em
um
segundo
momento,
investimento
em
seus
estados",
explicou
Mendes
naquele
momento.
[
Notícias
] - [
Início
]

:. Banco
do Brasil é
condenado a
pagar R$ 480
mil por
assédio
moral:
17/11/2008
No
dia
10
de
novembro,
a
juíza
Maria
Cecília
Alves
Pinto
julgou
a
reclamação
trabalhista
ajuizada
pelo
bancário
Fernando
Antônio
Caldeira
de
Resende
contra
o
Banco
do
Brasil.
O BB
foi
condenado
a
pagar
R$
480
mil
por
danos
morais
em
face
da
ilegal
ação
de
descomissionamento
sumário
sem
justificativa
pertinente.
Além
dos
danos
morais,
o BB
também
está
obrigado
a
reintegrar
o
advogado
ao
cargo
de
Analista
Jurídico,
inclusive
com
antecipação
de
tutela.
Portanto,
o
funcionário
deverá
permanecer
comissionado
até
que
a
sentença
seja
transitada
em
julgado.
O
Sindicato
dos
bancários
de
BH e
região
(Seeb
BH e
região)
atuou
como
assistente
do
bancário,
que
é
sindicalizado
em
Belo
Horizonte
e
substituído
na
ação
dos
anuênios.
O
banco
havia
pedido
que
o
funcionário
renunciasse
a
essa
ação,
conforme
citado
nos
autos
do
processo.
Em
matéria
publicada
em
seu
site
no
dia
10
de
outubro,
o
Sindicato
denunciou
a
irregularidade
no
ato
de
gestão
e o
assédio
moral
praticado
pelo
banco.
Essa
matéria
foi
citada
na
sentença
proferida
pela
Juíza
Maria
Cecília.
O
número
do
processo
é
01353-2008-105-03-00-6
e a
referida
sentença
pode
ser
lida
na
íntegra
através
do
site
do
TRT.
Para
o
funcionário
do
BB e
diretor
do
Sindicato,
Wagner
Nascimento,
a
sentença
vem
mais
uma
vez
colocar
em
questionamento
o
tipo
de
gestão
que
o BB
tem
submetido
aos
funcionários.
"O
assédio
moral
tem
acontecido
em
todas
as
unidades
do
banco,
de
agências
a
órgãos
internos,
e o
Sindicato
está
atento
para
denunciar
e
acionar
a
Justiça,
dando
todo
o
suporte
a
seus
filiados",
ressaltou.
Segundo
Fernando
Neiva,
diretor
do
Departamento
Jurídico
do
Sindicato,
essa
foi
mais
uma
vitória
contra
os
abusos
cometidos
pelo
BB.
"Há
muito
tempo
o BB
pratica
o
assédio
moral
contra
seus
empregados.
É
importante
que
os
bancários
denunciem
e
procurem
seus
direitos,
já
que
os
bancos
não
os
respeitam",
afirmou.
Fernando
completa
relembrando
que,
recentemente,
"o
BB
ameaçou
os
bancários
e
tentou
forçá-los
a
retirarem
seus
nomes
da
ação
coletiva
referente
ao
anuênio,
mas
essa
vitória
mostra
que
os
funcionários
não
podem
ceder
às
pressões
e
devem
seguir
com
a
ação
para
defender
seus
direitos".
De
acordo
com
o
presidente
do
Sindicato,
Cardoso,
a
entidade
está
sempre
atenta
e
não
mede
esforços
para
barrar
práticas
ilegais
e
abusivas
como
as
que
o BB
comete
contra
seus
funcionários.
"Essa
foi
uma
grande
vitória
do
Sindicato.
Mostramos
que
o BB
não
pode
agir
contra
a
lei
e
contra
os
bancários
e
estaremos
sempre
prontos,
caso
necessário,
a
procurar
a
Justiça
para
defender
o
direito
do
trabalhador.
Vitórias
como
essa
mostram
a
capacidade
de
reação
do
Sindicato,
através
de
seu
departamento
jurídico.
Não
deixaremos,
em
hipótese
alguma,
que
os
bancários
sejam
desrespeitados",
afirmou.
Fonte:
Seeb
BH e
região
[
Notícias
] - [
Início
]

:.
Estratégia
da campanha
unificada
conquista
aumento real
e mais PLR:
10/11/2008
O
êxito
da
greve
de
2008
mostra
mais
uma
vez
o
acerto
da
estratégia
da
unificação
da
campanha
salarial
nacional
nos
bancos
públicos
e
privados,
uma
bandeira
histórica
que
vem
sendo
construída
pela
categoria
bancária
há
mais
de
três
décadas.
Antes
da
campanha
nacional
unificada,
nunca
os
bancários
haviam
conseguido
aumento
real
de
salário,
nem
na
Fenaban
nem
nos
bancos
públicos,
que
tinham
campanhas
separadas.
Aliás,
durante
o
governo
FHC,
de
1995
a
2002,
nas
últimas
sete
campanhas
salariais
seguidas
os
bancários
do
Banco
do
Brasil
e da
Caixa
Federal
tiveram
reajuste
zero
(em
troca
de
abonos),
sofrendo
um
brutal
achatamento
salarial.
Desde
que
a
unificação
começou
a
ser
implementada
na
prática,
em
2004,
articulada
com
as
negociações
das
questões
específicas
de
cada
banco,
os
bancários
conquistaram
11,5%
de
aumento
real
no
piso,
7,3%
nos
salários
até
R$
2.500
e
5,5%
de
aumento
acima
da
inflação
para
as
demais
faixas
salariais
(veja
no
quadro).
|
Os ganhos reais de 2004 a 2008 |
| |
Inflação pelo INPC/IBGE de 2004 a 2008 |
Reajuste no piso Fenaban, BB e Caixa (2004/2008) |
Reajuste até R$ 2.500 Fenaban, BB e Caixa (2004/2008) |
Reajuste demais faixas Fenaban, BB e Caixa (2004/2008) |
| |
29,36% |
44,26% |
38,8% |
36,46% |
| Aumento real |
|
11,5% |
7,3% |
5,5% |
Também
houve
avanços
significativos
na
PLR,
principalmente
nos
bancos
e
outros
benefícios.
Durante
o
governo
FHC,
o BB
e a
Caixa
se
recusavam
a
discutir
a
PLR
com
os
sindicatos
e
com
os
funcionários.
Impuseram
unilateralmente
um
modelo
de
PLR,
que
garantia
somas
vultosas
aos
altos
executivos
e
nada
ou
quase
nada
aos
demais.
A
Caixa,
na
verdade,
nem
tinha
PLR.
O
que
havia
era
a
PRX,
um
plano
de
metas
que
deixava
muitos
empregados
sem
receber
nada
se
as
metas
não
fossem
atingidas.
E no
BB,
só
como
exemplo,
no
primeiro
semestre
de
2001
os
postos
efetivos
receberam
R$
275
reais
de
PLR,
enquanto
os
NR1
levaram
mais
de
R$
17
mil.
Além
do
grande
salto
da
PLR
no
Banco
do
Brasil
e na
Caixa
nestes
últimos
anos,
os
bancários
conquistaram
em
2007
uma
participação
adicional
na
variação
do
lucro
líquido
de
cada
banco.
E
este
ano,
graças
à
greve,
os
bancários
conseguiram
um
avanço
importante
na
regra
básica
da
PLR,
aumentando
de
80%
para
90%
do
salário
e o
teto
de
distribuição,
2
para
2,2
salários.
Em
2007,
a
campanha
nacional
dos
bancários
conquistou
ainda
a
13ª
cesta-alimentação,
que
este
ano
será
de
R$
272,93.
A
longa
e
difícil
construção
da
unidade
A
busca
da
unidade
nacional
dos
bancários
é
uma
luta
que
vem
sendo
travada
pela
categoria
desde
que
ela
existe.
Até
o
início
dos
anos
1980,
os
bancários
não
tinham
data-base
única
no
país
inteiro,
como
é
hoje
(1º
de
setembro).
Nem
os
salários
e
direitos
eram
os
mesmos
em
todo
o
território
nacional.
Os
acordos
salariais
da
categoria
eram
assinados
pelos
sindicatos
e
federações
Estado
por
Estado.
A
primeira
grande
vitória
na
luta
pela
unidade
da
categoria
ocorreu
em
1982,
quando
os
bancários
conseguiram
unificar
a
data-base
nacional
em
1º
de
setembro.
Em
1986
foi
criado
o
Departamento
Nacional
dos
Bancários
da
CUT
(DNB/CUT),
para
organizar
a
ação
dos
sindicatos
filiados
à
central
sindical
e
buscar
a
unidade
nacional
com
os
sindicatos
e
entidades
de
outras
correntes.
O
DNB
foi
transformado
em
Confederação
Nacional
dos
Bancários
(CNB)
em
1992.
Neste
mesmo
ano,
pela
primeira
vez
a
CNB/CUT
assina
a
Convenção
Nacional
dos
Bancários
com
a
Fenaban.
A
Confederação
Nacional
dos
Trabalhadores
do
Ramo
Financeiro
(Contraf/CUT)
foi
criada
em
2006
em
substituição
à
CNB,
com
o
objetivo
de
organizar
e
representar,
além
dos
bancários,
os
cerca
de 1
milhão
de
trabalhadores
que
atuam
em
financeiras,
promotoras
de
venda,
mercado
de
capitais,
cooperativas
de
crédito
etc..
Outro
passo
importante
para
a
unidade
nacional
da
categoria
ocorreu
em
2003,
quando
o
Banco
do
Brasil
e a
Caixa
Federal,
que
antes
faziam
negociações
e
acordos
separados,
participaram
pela
primeira
vez
da
mesa
da
Fenaban
-
dando
início
a um
período
de
conquista
de
aumentos
reais.
O
que
transforma
os
bancários
na
única
categoria
profissional
com
a
mesma
convenção
coletiva
e os
mesmos
direitos
em
todo
o
território
nacional.
Fonte:
Contraf/CUT
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:.
Itaú e
Unibanco
anunciam
fusão e
criam maior
grupo
financeiro
do
Hemisfério
Sul:
03/11/2008
da
Folha
Online
A Itaúsa
empresa
de
participações
do grupo
Itaú e o
Unibanco
anunciaram
nesta
segunda-feira
que irão
fundir
suas
operações
financeiras,
o que
formará
o maior
banco do
país e o
maior
grupo
financeiro
do
Hemisfério
Sul,
segundo
comunicado
divulgado
pelos
bancos.
"Os
controladores
da
Itaúsa e
da
Unibanco
Holdings
comunicam
ao
mercado
que
assinaram
nesta
data
contrato
de
associação
visando
à
unificação
das
operações
financeiras
do Itaú
e do
Unibanco
de modo
a formar
o maior
conglomerado
financeiro
privado
do
Hemisfério
Sul,
cujo
valor de
mercado
fará com
que ele
fique
situado
entre os
20
maiores
do
mundo.
Trata-se
de uma
instituição
financeira
com a
capacidade
de
competir
no
cenário
internacional
com os
grandes
bancos
mundiais",
informaram
as duas
empresas
em
comunicado
ao
mercado.
Segundo
as duas
instituições,
o total
de
ativos
combinado
é de
mais de
R$ 575
bilhões
contra
R$ 403,5
bilhões
do Banco
do
Brasil,
e R$
348,4
bilhões
do
Bradesco,
de
acordo
com
dados de
junho do
Banco
Central.
Em
comunicado,
as
instituições
informaram
que a
fusão é
resultado
de 15
meses de
negociação
e de
"uma
forte
identidade
de
valores
e visão
convergente
de
futuro".
A
presidência
do
Conselho
de
Administração
ficará a
cargo de
Pedro
Moreira
Salles
(pelo
Unibanco)
e o
Presidente
Executivo
será
Roberto
Egydio
Setubal
(pelo
Itaú). O
Conselho
de
Administração
do novo
banco
será
composto
por 14
membros,
sendo
que seis
serão
indicados
pelos
controladores
da
Itaúsa e
pela
família
Moreira
Salles,
e os
demais
serão
independentes.
"Esta
operação
surge em
momento
de
grandes
mudanças
e
oportunidades
no
mundo,
particularmente
no setor
financeiro.
O novo
banco
consolida-se
em um
cenário
que
encontra
o Brasil
e o seu
sistema
financeiro
em
situação
privilegiada,
com
enormes
possibilidades
de
melhorar
ainda
mais a
sua
posição
relativa
no
cenário
global",
informam.
Para ser
concretizada,
a fusão
ainda
terá que
ser
aprovada
pelo
Banco
Central
e por
órgãos
reguladores
como a
CVM
(Comissão
de
Valores
Mobiliários)
e o Cade
(Conselho
Administrativo
de
Defesa
Econômica).
Clientes
Conforme
as
empresas,
"nada
muda
operacionalmente
neste
momento"
para os
clientes
do Itaú
e do
Unibanco.
"Todos
continuarão
a
utilizar
normalmente
os
diferentes
canais
de
atendimento,
cheques,
cartões
e demais
produtos
e
serviços."
Segundo
o Itaú e
o
Unibanco,
com a
fusão
dos dois
bancos
serão
aproximadamente
4.800
agências
e postos
de
atendimento
(representando
18% da
rede
bancária)
e 14,5
milhões
de
clientes
de conta
corrente
(18% do
mercado).
Em
volume
de
crédito,
representará
19% do
sistema
brasileiro,
e em
total de
depósitos,
fundos e
carteiras
administradas
atingirá
21%.
Conforme
as duas
instituições,
as
operações
de
cartões
de
crédito
passam a
contemplar
as
empresas
Itaucard,
Unicard,
Hipercard
e
Redecard.
No
mercado
de
seguros,
o novo
grupo
nasce
com uma
participação
de 17% e
de 24%
em
previdência.
As
operações
Corporate
(para
empresas)
vão
somar
mais de
R$ 65
bilhões,
com
atendimento
a mais
de 2.000
grupos
econômicos
no
Brasil,
conforme
os dois
bancos,
que
também
informaram
que o
negócio
de
Private
Bank
(gestão
de
grandes
fortunas)
será o
maior da
América
Latina,
com
aproximadamente
R$ 90
bilhões
de
ativos
sob
gestão.
Mercado
de ações
O acordo
firmado
entre as
duas
partes
determina
que os
acionistas
do
Unibanco
migrarão
para uma
nova
companhia
que se
chamará
Itaú
Unibanco
Holding
Financeira,
cujo
controle
"será
compartilhado,
entre a
Itaúsa e
os
controladores
da
Unibanco
Holdings,
por meio
de
holding
não
financeira
a ser
criada
no
âmbito
da
reorganização."
As ações
ordinárias
do
Unibanco
e da
Unibanco
Holdings
serão
substituídas
por
ações
ordinárias
da Itaú
Unibanco
Holding.
Cada
1,1797
ação das
duas
empresas
virará 1
ação da
Itaú
Unibanco
Holding.
Já cada
1,7391
ação
Unit do
Unibanco
passará
a valer
1 ação
preferencial.
Por sua
vez,
cada
3,4782
ações
preferenciais
do
Unibanco
e da
Unibanco
Holdings
valerão
1
preferencial
da nova
empresa.
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