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:. Últimas Notícias - Junho de 2008 .:

:. Reajustes salariais continuam acima da inflação em 2008:
30/06/2008

Apesar do aumento da inflação no segundo trimestre, as negociações salariais concluídas no primeiro semestre de 2008 continuaram a garantir ganhos reais aos trabalhadores, embora menores que no ano passado - segundo reportagem publicada nesta segunda-feira 30 pelo jornal Valor Econômico.

De acordo com sindicatos que têm data-base entre abril e junho, os reajustes superaram os índices de inflação em todas as negociações. Mas os aumentos superiores a 2 pontos percentuais, comuns em 2007 e no início deste ano, tornaram-se raros, concentrando-se nas áreas que mantêm a atividade mais aquecida, como construção civil e metalurgia.

A MB Associados inclui outro indicador na leitura dos ganhos salariais. Segundo o economista Sérgio Vale, o rendimento real médio cresce, mas a um ritmo inferior ao do ano passado. Ele estima aumento de 1,5% a 1,6% neste ano, ante 3,3% em 2007. O número de empregos gerados tem incremento semelhante ao de 2007, em torno de 3%. Somados, esses fatores provocam um aumento na massa real de rendimentos de 4,6% em 2008, ante 6,3% no ano passado. Para 2009, a projeção é de redução na taxa, para 4%.

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:. Santander: aprovada ata das reuniões sobre aposentados pré-75:
30/06/2008

Foi realizada na última quinta-feira, dia 26, na Comissão de Trabalho, da Câmara dos Deputados, mais uma rodada de negociação entre representantes do Santander e dos aposentados pré-75 do Banespa. O tema principal das discussões foi novamente a ata que trata dos três itens não-financeiros já debatidos em reuniões anteriores. Ou seja, os compromissos por parte da empresa de regulamentar o Conselho Gestor do Plano V, garantir a continuidade do patrocínio (do Plano V) e manter o direito dos aposentados à Cabesp.

Durante a reunião, os advogados Júlio Novais Lopes e Salim Jorge Curiati, que representavam o banco, fizeram verbalmente algumas ressalvas sobre trechos do documento. Apesar disso, a ata foi aprovada e, de acordo com o deputado federal Nelson Marquezelli, que convocou e presidiu a negociação, o texto, juntamente com a gravação do encontro, passa a integrar o acervo documental das audiências.

A próxima rodada de negociação foi marcada para o dia 17 de julho, quando os representantes dos banespianos pré-75 pretendem discutir com o Santander os itens econômicos.

Participaram da reunião, dirigentes da Afubesp, CNAB (Comissão Nacional dos Aposentados do Banespa), Afabesp e Afabans.

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:. Contraf/CUT assina na terça acordo do PCS com a Caixa:
30/06/2008

A Contraf/CUT e os sindicatos filiados que aprovaram a proposta de unificação das tabelas do PCS assinarão o aditivo com a direção da Caixa nesta terça-feira 1º de julho, às 10h, no prédio da matriz, em Brasília.

Dos 131 sindicatos de bancários do país que assinam os acordos específicos com a Caixa negociados pela Contraf-CUT, 70 aprovaram nas assembléias realizadas nesta quinta-feira 26 a proposta para a unificação das tabelas do PCS da carreira administrativa. Quinze rejeitaram a proposta da Caixa e 42 ainda realizarão assembléias até o dia 2 de julho. Até o final da sexta-feira, cinco sindicatos ainda não haviam informado o resultado das assembléias. Veja abaixo a lista dos resultados até agora.

Nas bases que rejeitarem a proposta, o novo PCS não será implantado.

Para Plínio Pavão, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa da Contraf/CUT (CEE Caixa), a aprovação da proposta por várias bases é uma vitória para os empregados. "A unificação das tabelas do PCS é uma conquista da categoria construída desde a campanha salarial dos bancários do ano passado, com um intenso processo de debates internos com as bases", avalia. "Agora, estamos entrando numa nova campanha salarial e precisamos discutir uma série de outras questões. Um dos debates mais importantes nessa campanha deverá ser o do PCC, com o equacionamento do CTVA", defende.

Plínio lembra que o debate do PCS é um avanço que acaba com mais uma discriminação, mas não esgota as demandas por isonomia entre novos e antigos empregados da Caixa. "Precisamos avançar na luta pela licença-prêmio e pelo Adicional de Tempo de Serviço (ATS) para os técnicos bancários", sustenta. "E temos ainda outras discriminações no banco, em relação aos mercados A, B e C e classificação filiais, gerando diferenças na remuneração dos empregados", afirma.

Outro ponto importante a ser retomado é a luta dos aposentados pela extensão para todos do auxílio e da cesta alimentação. "Além disso, um debate importante que reapareceu é a discussão sobre elegermos representantes dos trabalhadores nos Conselhos Administrativo e Diretor do banco", afirma o coordenador da CEE Caixa.

Plínio afirma ainda que a luta contra a discriminação imposta pela Caixa aos trabalhadores que não saldaram o Reg/Replan não termina aqui. "Vamos continuar lutando para que todos possam migrar para a nova tabela do PCS", garante.

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:. Dieese analisa proposta de Reforma Tributária do Governo:
27/06/2008

O governo enviou à Câmara dos Deputados, em fevereiro último, a Proposta de Emenda Constitucional 233/2008 (PEC 233), que altera o Sistema Tributário Nacional. A presente Nota Técnica tem o objetivo de apresentar os principais pontos da proposta do governo e avaliar suas implicações mais visíveis para os trabalhadores.

Com estas mudanças, o governo visa reduzir a cumulatividade do sistema tributário (ou seja, a incidência de um mesmo tributo várias vezes, ao longo da cadeia produtiva) e trazer maior racionalidade econômica e desburocratização do recolhimento de tributos pelas empresas. Dessa maneira, o governo propõe uma reorganização do atual sistema tributário, mas não ataca os vícios existentes que fazem dele um instrumento de concentração de renda e riqueza do país.

Numa primeira abordagem, verifica-se que a proposta de Reforma Tributária do governo não tem a pretensão de promover uma mudança estrutural no Sistema Tributário, de forma a torná-lo mais justo. A PEC 233, apesar de procurar corrigir algumas distorções da atual estrutura tributária, é nitidamente insuficiente para alterar de forma significativa o sistema tributário brasileiro no sentido de maior justiça fiscal.

Clique aqui e leia a íntegra da Nota Técnica 69.

Fonte: Dieese

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:. PCS da Caixa: maioria das assembléias aprova nova tabela:
27/06/2008

Em assembléia ontem na Sede Social do Sintraf JF, os funcionários da Caixa aceitaram a proposta do PCS. Dos 131 sindicatos de bancários do país que assinam os acordos específicos com a Caixa negociados pela Contraf-CUT, 69 aprovaram nas assembléias realizadas nesta quinta-feira 26 a proposta para a unificação das tabelas do PCS da carreira administrativa. Quinze rejeitaram a proposta da Caixa e 42 ainda realizarão assembléias até o dia 2 de julho. Até as 13h desta sexta-feira, seis sindicatos ainda não haviam informado o resultado das assembléias. Veja abaixo a lista dos resultados até agora.

Os sindicatos que aprovaram a proposta irão assinar o acordo com a Caixa juntamente com a Contraf/CUT nos próximos dias. Nas bases que rejeitaram a proposta, o novo PCS não será implantado.

Para Plínio Pavão, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa da Contraf/CUT (CEE Caixa), a aprovação da proposta por várias bases é uma vitória para os empregados. "A unificação das tabelas do PCS é uma conquista da categoria construída desde a campanha salarial dos bancários do ano passado, com um intenso processo de debates internos com as bases", avalia. "Agora, estamos entrando numa nova campanha salarial e precisamos discutir uma série de outras questões. Um dos debates mais importantes nessa campanha deverá ser o do PCC, com o equacionamento do CTVA", defende.

Plínio lembra que o debate do PCS é um avanço que acaba com mais uma discriminação, mas não esgota as demandas por isonomia entre novos e antigos empregados da Caixa. "Precisamos avançar na luta pela licença-prêmio e pelo Adicional de Tempo de Serviço (ATS) para os técnicos bancários", sustenta. "E temos ainda outras discriminações no banco, em relação aos mercados A, B e C e classificação filiais, gerando diferenças na remuneração dos empregados", afirma.

Outro ponto importante a ser retomado é a luta dos aposentados pela extensão para todos do auxílio e da cesta alimentação. "Além disso, um debate importante que reapareceu é a discussão sobre elegermos representantes dos trabalhadores nos Conselhos Administrativo e Diretor do banco", afirma o coordenador da CEE Caixa.

Plínio afirma ainda que a luta contra a discriminação imposta pela Caixa aos trabalhadores que não saldaram o Reg/Replan não termina aqui. "Vamos continuar lutando para que todos possam migrar para a nova tabela do PCS", garante.

Confira aqui os resultados das assembléias até agora:

Aprovaram
ABC (SP)
Acre
Alagoas
Angra dos Reis (RJ)
Arapoti (PR)
Ararangua e Região (SC)
Araraquara (SP)
Assis (SP)
Bahia
Barretos (SP)
Bragança Paulista (SP)
Campinas (SP)
Campo Grande (MS)
Campos de Goytacazes (RJ)
Campo Mourão e Região (PR)
Cariri (CE)
Cataguazes (MG)
Catanduva (SP)
Chapecó, Xanxerê e Região (SC)
Cornélio Procópio (PR)
Corumbá (MS)
Curitiba (PR)
Divinópolis (MG)
Dourados (MS)
Feira de Santana (BA)
Florianópolis (SC)
Guarapuava (PR)
Guaratinguetá (SP)
Ipatinga (MG)
Irecê (BA)
Itabuna (BA)
Jacobina (BA)
Jaú (SP)
Jundiaí (SP)
Limeira (SP)
Londrina (PR)
Macaé (RJ)
Marília (SP)
Mato Grosso
Naviraí (MS)
Niterói (RJ)
Nova Friburgo (RJ)
Oeste Catarinense
Pará/Amapá
Paraíba
Paranavaí (PR)
Pernambuco
Piauí
Piracicaba (SP)
Presidente Prudente (SP)
Presidente Venceslau (SP)
Rio Claro (SP)
Rondonópolis (MT)
Roraima
São Carlos (SP)
São José do Rio Preto (SP)
São Miguel do Oeste (SC)
São Paulo (SP)
Sorocaba (SP)
Taubaté (SP)
Teófilo Otoni (MG)
Teresópolis (RJ)
Toledo (PR)
Três Lagoas (MS)
Uberaba (MG)
Vale do Ribeira (SP)
Vitória da Conquista (BA)
Votuporanga (SP)
Zona da Mata e Sul de Minas

Rejeitaram
Baixada Fluminense (RJ)
Belo Horizonte (MG)
Brasília (DF)
Campina Grande (PB)
Ceará
Espírito Santo
Itaperuna (RJ)
Mogi das Cruzes (SP)
Ponta Porã (MS)
Rio de Janeiro (RJ)
Rio Grande do Norte
Santos (SP)
Sul Fluminense (RJ)
Três Rios (RJ)

Rejeitaram mas acompanham maioria
Blumenau (SC)
Maranhão

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:. Acorda BB: mobilização em todo o país mostra força dos bancários:
26/06/2008

Os bancários do Banco do Brasil realizaram hoje mobilização em todo o país. Foram atividades, paralisações e retardamento das agências, coroando a organização dos trabalhadores conseguida na campanha Acorda BB - Banco para o Brasil, que vem agitando o banco nos últimos meses.

"Os bancários do BB estão de parabéns pela luta desses últimos meses, em especial pelas movimentações deste dia 25", avalia William Mendes, secretário de Imprensa da Contraf/CUT e funcionário do banco. "A campanha Acorda BB, além de conseguir avanços como mais funcionários, ajudou a fortalecer os trabalhadores para que possamos brigar na campanha salarial que vai começar em breve por melhores salários, condições de trabalho e questões específicas do BB, principalmente as ligadas à reestruturação", afirma.

Para Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa do BB da Contraf/CUT, a campanha foi um sucesso ao mobilizar os trabalhadores e trazer para o debate os temas mais importantes para os funcionários. "É um recado para que a diretoria do BB acorde e passe a olhar para dentro do banco, e não só para a concorrência", sustenta.

Manifestações

Em São Paulo, Os funcionários participaram da atividade nacional orientada pela Contraf-CUT e realizaram mais um ato no Complexo São João, marcado por forte presença policial. Em Brasília, os bancários do BB paralisaram por duas horas diversas agências, unidades e edifícios no Distrito Federal, incluindo manifestação no Setor Bancário Sul e na Tecnologia (edifício sede IV).

O Sindicato do Rio realizou atividade nas quatro maiores agências do centro da capital. Em Vitória, os bancários se uniram aos vigilantes, que realizaram paralisação, num ato na Praça Pio XII, no centro da cidade.

Em Teresina, os empregados do Banco do Brasil das agências Piçarra, zona Sul de Teresina, e na cidade de Timon (MA), decidiram parar as atividades por 24 horas. Nas demais unidades de Teresina e na cidade de Piripiri, a paralisação foi de duas horas, de 10h às 12h.

Na base do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, os bancários aprovaram por unanimidade a paralisação das atividades por 24 horas nesta quarta-feira.
Os bancários realizaram panfletagem nas agências e um ato em frente à agência do BB da avenida Presidente Vargas.

Os funcionários de Alagoas aprovaram a paralisação em assembléia realizada ontem, com a presença de cerca de 100 bancários. O mesmo ocorreu em Fortaleza, com paralisações nas agências dos principais corredores bancários da cidade.

Os bancários de Curitiba realizaram paralisação na parte da manhã, e em Juiz de Fora, aconteceu paralisação por duas horas das atividades do banco. Os bancários retardaram a abertura da agência Centro de Chapecó para meio-dia, com adesão unânime dos funcionários. Em Guarapuava a agencia do BB foi paralisada por uma hora.

Em São Leopoldo, o sindicato realizou distribuição de carta aberta aos clientes e funcionários do Banco do Brasil, nas agências Centro, Scharlau, Rio Branco e Unisinos.

A Contraf/CUT recebeu ainda informações sobre manifestações com panfletagem nas agências nas bases de Campos, Petrópolis e Concórdia.

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:. Caixa melhora proposta do PCS e Comando Nacional recomenda aprovação:
26/06/2008

Na rodada de negociação realizada nesta quarta-feira 25 por solicitação da Contraf/CUT sobre a unificação das tabelas do PCS da Carreira Administrativa, a Caixa melhorou a proposta no item sobre a parcela indenizatória. Aumentou para R$ 500 o valor da indenização para os trabalhadores com até um ano de empresa e que entrarem até o dia 30 de junho e elevou para R$ 10 mil o teto para os empregados mais antigos e que sejam enquadrados em níveis mais elevados da nova tabela.

Embora considere que a Caixa não atende a todas as reivindicações dos empregados, diante desse avanço o Comando Nacional indica a aprovação da proposta nas assembléias que serão realizadas nesta quinta-feira 26 em todo o país.

De acordo com a proposta, o valor da indenização é determinado com base em um cálculo que combina o salário padrão (após o enquadramento na nova tabela) com o tempo de serviço na empresa. Assim, cada trabalhador terá esse valor calculado individualmente. O banco disponibilizou um simulador na intranet, que será atualizado com os novos valores até amanhã.

Como ficou a proposta

Estrutura Salarial:
- Quantidade de níveis: 48;
- Valor do piso: R$ 1.244,00;
- Valor do teto: R$ 3.700,00;
- Interstício: 2,346252;
- Incorporação da parcela de R$ 30,00 do ACT 2004 (aos que não a receberam à época) corrigida pelos índices de 2005 a 2007, perfazendo R$ 34,90, aos que migrarem para a nova tabela de PCS;
- Amplitude: 197%;
- Adesão por opção individual.

Promoção por mérito:
- criação de comissão paritária com representantes da empresa e dos empregados para estabelecimentos dos critérios e acompanhamento da aplicação da avalição;
- adoção de critérios objetivos e subjetivos com avaliação cruzada sem vinculação a metas individuais;
- prazo até 31/08 para conclusão dos trabalhos da comissão;
- promoção anual de 0 a 2 níveis por empregados;
- garantia de promoção por merecimento em 2009, com vigência a partir de 01/01.

Parcela Indenizatória:
A Caixa apresentou novos valores para a Parcela Indenizatória, em relação à proposta apresentada na negociação do dia 18/06, que agora parte de R$ 500 para os trabalhadores com até um ano de Caixa e que entrarem até o dia 30 de junho, e um teto de R$ 10 mil, para os empregados mais antigos e que sejam enquadrados em níveis mais elevados da nova tabela, disponibilizando simulador na intranet para que cada empregado posso consultar qual será seu valor.

Ações colidentes:
Ficou acertada a redação da cláusula com o texto a seguir, "pagamento de parcela única, de caráter indenizatório, a título de quitação dos eventuais direitos e ações judiciais que versem exclusivamente sobre o PCS propriamente dito, tais como reenquadramento, vantagens de um PCS em relação a outro, e ou alguma parcela a ser incorporada diretamente ao salário-padrão que possa alterar a nova base de salário padrão prevista no PCS, entendido salário-padrão na forma constante dos regulamentos internos da Caixa em sua redação vigente na assinatura do presente aditivo".

Criação de tabela espelho para os técnicos bancários superiores, iniciando no nível 235 até o nível 248, mantendo a nomenclatura "Técnico Bancário Superior", com o pagamento dos R$ 34,90 e da parcela indenizatória, garantindo ainda a promoção por mérito.

Garantia da promoção por mérito às carreiras de auxiliar de serviços gerais e profissional, bem como aos escriturários que permanecerem na tabela de 89.

Não possibilidade de migração aos que permanecerem no Reg/Replan não saldado.

A Caixa propõe ainda manter a opção para a nova tabela até 31/08, pagando o valor do novo salário e a parcela indenizatória no dia 20/07 para os que optarem até 10/07; 20/08 para os que optarem até 10/08 e 20/09 para os que optarem até 31/08.

Avanço

A proposta negociada representa importante avanço para o conjunto dos empregados da Caixa, quando comparada com a situação atual, e é fruto da mobilização da campanha salarial de 2007 e da pressão que conseguimos fazer nesse período, avalia Plínio Pavão, coordenador da CEE/Caixa.

Quanto à vinculação com o saldamento do Reg/Replan, o banco se mostrou irredutível, não sendo possível superar essa exigência. O Comando Nacional considera essa vinculação como uma discriminação, mas a recusa da proposta trará um prejuízo à grande maioria, inviabilizando a concretização de uma das mais importantes conquistas dos empregados.

A unificação do PCS é histórica para os trabalhadores da Caixa. Principalmente para os técnicos bancários, que passarão de uma tabela com amplitude de 29% e 15 níveis para outra com 48 níveis e amplitude de 197% com o mesmo piso. É a possibilidade de uma real progressão na carreira.

"Esse é o mais importante item de isonomia, pois coloca todos em um mesmo patamar de oportunidade de crescimento na carreira administrativa. No entanto, a luta por igualdade não se encerra aqui. Continuaremos reivindicando a Licença prêmio e Adicional por Tempo de Serviço (ATS) para os novos", afirma Pavão.

Para os empregados antigos, contratados no PCS de 89, a proposta resgata a promoção por merecimento, estagnada desde 1992. Além disso, esse segmento terá ganhos importantes por conta do enquadramento na nova tabela e do cálculo do anuênio (ATS) com base em um salário padrão maior.

Face a essa avaliação positiva da CEE/Caixa, o Comando Nacional dos Bancários está orientando a aprovação da proposta de unificação das tabelas do PCS pelos avanços apresentados, contudo mantém a crítica contundente que sempre fez à vinculação entre plano de benefício da Funcef com plano de cargos e salários na empresa.

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:. Contraf/CUT recebe registro legal, um marco na história de luta dos bancários:
26/06/2008

A Contraf/CUT recebeu finalmente nesta terça-feira 24 de junho o registro legal no Ministério do Trabalho, culminando um longo processo de organização e de unificação nacional da categoria iniciado há quase três décadas. "Sempre tivemos a representação de fato da categoria bancária. Agora, com o reconhecimento na Justiça e no MTE do registro sindical, conquistamos de maneira inequívoca também de direito", comemorou Vagner Freitas, presidente da entidade, ao receber o certificado de registro das mãos do ministro Carlos Lupi.

"Em nome das nove federações e dos 110 sindicatos filiados, sem os quais não haveria a Contraf/CUT, tenho orgulho de receber esse registro, que representa um marco na história de lutas dos bancários e serve de exemplo também para as demais categorias de trabalhadores", disse Vagner, na presença do presidente da CUT, Artur Henrique, de dezenas de dirigentes sindicais bancários e de outras categorias e do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), um dos fundadores e primeiro presidente da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT), a antecessora da Contraf/CUT, criada em 1992.

Além de Berzoini, Vagner Freitas rendeu homenagem em seu pronunciamento aos ex-presidentes e ex-dirigentes sindicais que foram fundamentais na construção e consolidação da organização nacional dos trabalhadores do ramo financeiro. Entre eles, citou Luiz Gushiken e Gilmar Carneiro, principais responsáveis pela criação do Departamento Nacional dos Bancários da CUT (DNB/CUT), em 1986, o ex-presidente do Sindicato de São Paulo João Vaccari Neto e os ex-presidentes da CNB/CUT Sérgio Rosa, Célia Cantu e Fernanda Carísio.

Participaram também do ato no Ministério do Trabalho o secretário-geral da Contraf/CUT, Carlos Cordeiro, e os diretores Miguel Pereira e Plínio Pavão.

'A concretização de um sonho'

"É uma honra para mim estar na presidência da CUT neste momento histórico", destacou Artur Henrique. "Acompanhei esse percurso histórico de muita luta e muita ousadia dos bancários, que ao ampliarem a base de representação para os trabalhadores do ramo financeiro conquistam um grande avanço nas relações de trabalho no Brasil."

O deputado Ricardo Berzoini, que quando foi ministro do Trabalho deu início ao processo de legalização da Contraf/CUT, afirmou que o registro legal da Contraf/CUT é "a concretização de um sonho de 16 anos de muito enfrentamento". Ele também parabenizou o ministro Carlos Lupi e o secretário de Relações do Trabalho Luís Antônio Medeiros pela "determinação e coragem" com que enfrentaram as pressões patronais e trabalharam para que o registro fosse concedido.

Portaria 186

Após o início do processo de registro da Contraf/CUT e do reconhecimento na Justiça da legitimidade da confederação, o MTE editou, em 10 de abril deste ano, a Portaria 186, alterando os procedimentos para registro sindical no país. Essa portaria avança no sentido de caminharmos rumo a uma maior liberdade e autonomia sindicais, um dos objetivos históricos da Central Única dos Trabalhadores.

Nova sede

Após a solenidade no MTE, a conquista do registro sindical foi comemorada na festa de inauguração da nova sede da Contraf/CUT em Brasília. "A confederação agradece a presença das autoridades de Estados, dirigentes sindicais, lideranças dos movimentos sociais e todos que compareceram ao evento para celebrar conosco", lembrou Vagner.

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:. Bancários do BB de Juiz de Fora páram hoje:
25/06/2008

Apesar da decisão de outras assembléias pelo país de paralisarem por algumas horas, os funcionários do Banco do Brasil em Juiz de Fora estão mantendo a decisão tirada em assembléia ontem de acatar a indicação da Contraf CUT (Confederação dos Trabalhadores no Ramo Financeiro) de paralisação de 24 horas hoje. A agência do bairro São Mateus não funcionou e as demais paralisaram parcialmente suas atividades. Não houve atendimento dos caixas em nenhuma das agências.

 

Em mais uma medida que aprofunda sua política de se igualar aos bancos privados para disputar o mercado, abrindo mão de sua função pública, o Banco do Brasil decidiu estender a todas as cidades do país com mais de quatro agências a centralização dos serviços de suporte, o que vai diminuir ainda mais o número de caixas, aumentar a carga de trabalho nas dependências e piorar o atendimento aos clientes e usuários, sobretudo os de baixa renda.

 

A paralisação de 24 horas foi convocada pela Contraf/CUT em resposta ao descaso da direção do BB para com as reivindicações do funcionalismo, entre as quais estão a criação de um Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS), o pagamento das substituições, a contratação de mais funcionários, o fim das metas abusivas, o combate efetivo às práticas de assédio moral e melhores condições de trabalho.

 

As negociações vêm se arrastando desde o final da campanha salarial do ano passado e o banco só enrola. Na última rodada, dia 6 de junho, o BB rejeitou praticamente toda a pauta de reivindicações dos funcionários.

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:. HSBC paralisa atividades por duas horas:
25/06/2008

As agências do HSBC em Juiz de Fora paralisaram suas atividades hoje por duas horas. O motivo é uma onda de demissões que está em curso no Banco

Em todo o país, funcionários do HSBC estão mobilizados pelo fim das demissões e por melhores condições de trabalho, que estão cada vez mais insuportáveis.

A situação piora à medida que o banco implementa mudanças no seu perfil de atuação no Brasil, que envolve desde a escolha de um público preferencial, materializada na expansão das agências Premier, até a revisão do modelo operacional. As alterações afetam diretamente a vida dos trabalhadores, que sofrem com fechamento de agências, extrapolação da jornada de trabalho, demissões, descomissionamentos e aumento das metas.

A falta de funcionários, problema antigo do HSBC, se agravou muito com uma nova onda de demissões, coisa que o banco negou que faria na última negociação com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT). Muitos trabalhadores lesionados têm sido vítimas dos cortes. Com isso, a carga de trabalho dos bancários que ficaram no banco aumentou ainda mais, levando muitos a desenvolverem doenças ocupacionais ligadas ao estresse. Os trabalhadores ainda têm que lidar com a extrapolação da jornada. Isso é um retrocesso, uma vez que o problema já havia sido resolvido.

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:. Juiz de Fora adere à greve de 24h no Banco do Brasil:
25/06/2008

Ontem à noite, os funcionários do Banco do Brasil de Juiz de Fora, em assembléia no Sindicato dos Bancários, decidiram aderir à greve nacional de 24 horas devido às novas políticas adotadas pelo governo para aumentar os lucros do banco sem respeitar condições mínimas de trabalho para os seus bancários.

Em mais uma medida que aprofunda sua política de se igualar aos bancos privados para disputar