|
:.
Reajustes
salariais
continuam
acima da
inflação em
2008:
30/06/2008
Apesar
do
aumento
da
inflação
no
segundo
trimestre,
as
negociações
salariais
concluídas
no
primeiro
semestre
de
2008
continuaram
a
garantir
ganhos
reais
aos
trabalhadores,
embora
menores
que
no
ano
passado
-
segundo
reportagem
publicada
nesta
segunda-feira
30
pelo
jornal
Valor
Econômico.
De
acordo
com
sindicatos
que
têm
data-base
entre
abril
e
junho,
os
reajustes
superaram
os
índices
de
inflação
em
todas
as
negociações.
Mas
os
aumentos
superiores
a 2
pontos
percentuais,
comuns
em
2007
e no
início
deste
ano,
tornaram-se
raros,
concentrando-se
nas
áreas
que
mantêm
a
atividade
mais
aquecida,
como
construção
civil
e
metalurgia.
A MB
Associados
inclui
outro
indicador
na
leitura
dos
ganhos
salariais.
Segundo
o
economista
Sérgio
Vale,
o
rendimento
real
médio
cresce,
mas
a um
ritmo
inferior
ao
do
ano
passado.
Ele
estima
aumento
de
1,5%
a
1,6%
neste
ano,
ante
3,3%
em
2007.
O
número
de
empregos
gerados
tem
incremento
semelhante
ao
de
2007,
em
torno
de
3%.
Somados,
esses
fatores
provocam
um
aumento
na
massa
real
de
rendimentos
de
4,6%
em
2008,
ante
6,3%
no
ano
passado.
Para
2009,
a
projeção
é de
redução
na
taxa,
para
4%.
[
Notícias
] - [
Início
]

:.
Santander:
aprovada ata
das reuniões
sobre
aposentados
pré-75:
30/06/2008
Foi
realizada
na
última
quinta-feira,
dia
26,
na
Comissão
de
Trabalho,
da
Câmara
dos
Deputados,
mais
uma
rodada
de
negociação
entre
representantes
do
Santander
e
dos
aposentados
pré-75
do
Banespa.
O
tema
principal
das
discussões
foi
novamente
a
ata
que
trata
dos
três
itens
não-financeiros
já
debatidos
em
reuniões
anteriores.
Ou
seja,
os
compromissos
por
parte
da
empresa
de
regulamentar
o
Conselho
Gestor
do
Plano
V,
garantir
a
continuidade
do
patrocínio
(do
Plano
V) e
manter
o
direito
dos
aposentados
à
Cabesp.
Durante
a
reunião,
os
advogados
Júlio
Novais
Lopes
e
Salim
Jorge
Curiati,
que
representavam
o
banco,
fizeram
verbalmente
algumas
ressalvas
sobre
trechos
do
documento.
Apesar
disso,
a
ata
foi
aprovada
e,
de
acordo
com
o
deputado
federal
Nelson
Marquezelli,
que
convocou
e
presidiu
a
negociação,
o
texto,
juntamente
com
a
gravação
do
encontro,
passa
a
integrar
o
acervo
documental
das
audiências.
A
próxima
rodada
de
negociação
foi
marcada
para
o
dia
17
de
julho,
quando
os
representantes
dos
banespianos
pré-75
pretendem
discutir
com
o
Santander
os
itens
econômicos.
Participaram
da
reunião,
dirigentes
da
Afubesp,
CNAB
(Comissão
Nacional
dos
Aposentados
do
Banespa),
Afabesp
e
Afabans.
[
Notícias
] - [
Início
]

:.
Contraf/CUT
assina na
terça acordo
do PCS com a
Caixa:
30/06/2008
A
Contraf/CUT
e os
sindicatos
filiados
que
aprovaram
a
proposta
de
unificação
das
tabelas
do
PCS
assinarão
o
aditivo
com
a
direção
da
Caixa
nesta
terça-feira
1º
de
julho,
às
10h,
no
prédio
da
matriz,
em
Brasília.
Dos
131
sindicatos
de
bancários
do
país
que
assinam
os
acordos
específicos
com
a
Caixa
negociados
pela
Contraf-CUT,
70
aprovaram
nas
assembléias
realizadas
nesta
quinta-feira
26 a
proposta
para
a
unificação
das
tabelas
do
PCS
da
carreira
administrativa.
Quinze
rejeitaram
a
proposta
da
Caixa
e 42
ainda
realizarão
assembléias
até
o
dia
2 de
julho.
Até
o
final
da
sexta-feira,
cinco
sindicatos
ainda
não
haviam
informado
o
resultado
das
assembléias.
Veja
abaixo
a
lista
dos
resultados
até
agora.
Nas
bases
que
rejeitarem
a
proposta,
o
novo
PCS
não
será
implantado.
Para
Plínio
Pavão,
coordenador
da
Comissão
Executiva
dos
Empregados
da
Caixa
da
Contraf/CUT
(CEE
Caixa),
a
aprovação
da
proposta
por
várias
bases
é
uma
vitória
para
os
empregados.
"A
unificação
das
tabelas
do
PCS
é
uma
conquista
da
categoria
construída
desde
a
campanha
salarial
dos
bancários
do
ano
passado,
com
um
intenso
processo
de
debates
internos
com
as
bases",
avalia.
"Agora,
estamos
entrando
numa
nova
campanha
salarial
e
precisamos
discutir
uma
série
de
outras
questões.
Um
dos
debates
mais
importantes
nessa
campanha
deverá
ser
o do
PCC,
com
o
equacionamento
do
CTVA",
defende.
Plínio
lembra
que
o
debate
do
PCS
é um
avanço
que
acaba
com
mais
uma
discriminação,
mas
não
esgota
as
demandas
por
isonomia
entre
novos
e
antigos
empregados
da
Caixa.
"Precisamos
avançar
na
luta
pela
licença-prêmio
e
pelo
Adicional
de
Tempo
de
Serviço
(ATS)
para
os
técnicos
bancários",
sustenta.
"E
temos
ainda
outras
discriminações
no
banco,
em
relação
aos
mercados
A, B
e C
e
classificação
filiais,
gerando
diferenças
na
remuneração
dos
empregados",
afirma.
Outro
ponto
importante
a
ser
retomado
é a
luta
dos
aposentados
pela
extensão
para
todos
do
auxílio
e da
cesta
alimentação.
"Além
disso,
um
debate
importante
que
reapareceu
é a
discussão
sobre
elegermos
representantes
dos
trabalhadores
nos
Conselhos
Administrativo
e
Diretor
do
banco",
afirma
o
coordenador
da
CEE
Caixa.
Plínio
afirma
ainda
que
a
luta
contra
a
discriminação
imposta
pela
Caixa
aos
trabalhadores
que
não
saldaram
o
Reg/Replan
não
termina
aqui.
"Vamos
continuar
lutando
para
que
todos
possam
migrar
para
a
nova
tabela
do
PCS",
garante.
[
Notícias
] - [
Início
]

:.
Dieese
analisa
proposta de
Reforma
Tributária
do Governo:
27/06/2008
O
governo
enviou
à
Câmara
dos
Deputados,
em
fevereiro
último,
a
Proposta
de
Emenda
Constitucional
233/2008
(PEC
233),
que
altera
o
Sistema
Tributário
Nacional.
A
presente
Nota
Técnica
tem
o
objetivo
de
apresentar
os
principais
pontos
da
proposta
do
governo
e
avaliar
suas
implicações
mais
visíveis
para
os
trabalhadores.
Com
estas
mudanças,
o
governo
visa
reduzir
a
cumulatividade
do
sistema
tributário
(ou
seja,
a
incidência
de
um
mesmo
tributo
várias
vezes,
ao
longo
da
cadeia
produtiva)
e
trazer
maior
racionalidade
econômica
e
desburocratização
do
recolhimento
de
tributos
pelas
empresas.
Dessa
maneira,
o
governo
propõe
uma
reorganização
do
atual
sistema
tributário,
mas
não
ataca
os
vícios
existentes
que
fazem
dele
um
instrumento
de
concentração
de
renda
e
riqueza
do
país.
Numa
primeira
abordagem,
verifica-se
que
a
proposta
de
Reforma
Tributária
do
governo
não
tem
a
pretensão
de
promover
uma
mudança
estrutural
no
Sistema
Tributário,
de
forma
a
torná-lo
mais
justo.
A
PEC
233,
apesar
de
procurar
corrigir
algumas
distorções
da
atual
estrutura
tributária,
é
nitidamente
insuficiente
para
alterar
de
forma
significativa
o
sistema
tributário
brasileiro
no
sentido
de
maior
justiça
fiscal.
Clique
aqui
e
leia
a
íntegra
da
Nota
Técnica
69.
Fonte:
Dieese
[
Notícias
] - [
Início
]

:.
PCS da
Caixa:
maioria das
assembléias
aprova nova
tabela:
27/06/2008
Em
assembléia
ontem
na
Sede
Social
do
Sintraf
JF,
os
funcionários
da
Caixa
aceitaram
a
proposta
do
PCS. Dos
131
sindicatos
de
bancários
do
país
que
assinam
os
acordos
específicos
com
a
Caixa
negociados
pela
Contraf-CUT,
69
aprovaram
nas
assembléias
realizadas
nesta
quinta-feira
26 a
proposta
para
a
unificação
das
tabelas
do
PCS
da
carreira
administrativa.
Quinze
rejeitaram
a
proposta
da
Caixa
e 42
ainda
realizarão
assembléias
até
o
dia
2 de
julho.
Até
as
13h
desta
sexta-feira,
seis
sindicatos
ainda
não
haviam
informado
o
resultado
das
assembléias.
Veja
abaixo
a
lista
dos
resultados
até
agora.
Os
sindicatos
que
aprovaram
a
proposta
irão
assinar
o
acordo
com
a
Caixa
juntamente
com
a
Contraf/CUT
nos
próximos
dias.
Nas
bases
que
rejeitaram
a
proposta,
o
novo
PCS
não
será
implantado.
Para
Plínio
Pavão,
coordenador
da
Comissão
Executiva
dos
Empregados
da
Caixa
da
Contraf/CUT
(CEE
Caixa),
a
aprovação
da
proposta
por
várias
bases
é
uma
vitória
para
os
empregados.
"A
unificação
das
tabelas
do
PCS
é
uma
conquista
da
categoria
construída
desde
a
campanha
salarial
dos
bancários
do
ano
passado,
com
um
intenso
processo
de
debates
internos
com
as
bases",
avalia.
"Agora,
estamos
entrando
numa
nova
campanha
salarial
e
precisamos
discutir
uma
série
de
outras
questões.
Um
dos
debates
mais
importantes
nessa
campanha
deverá
ser
o do
PCC,
com
o
equacionamento
do
CTVA",
defende.
Plínio
lembra
que
o
debate
do
PCS
é um
avanço
que
acaba
com
mais
uma
discriminação,
mas
não
esgota
as
demandas
por
isonomia
entre
novos
e
antigos
empregados
da
Caixa.
"Precisamos
avançar
na
luta
pela
licença-prêmio
e
pelo
Adicional
de
Tempo
de
Serviço
(ATS)
para
os
técnicos
bancários",
sustenta.
"E
temos
ainda
outras
discriminações
no
banco,
em
relação
aos
mercados
A, B
e C
e
classificação
filiais,
gerando
diferenças
na
remuneração
dos
empregados",
afirma.
Outro
ponto
importante
a
ser
retomado
é a
luta
dos
aposentados
pela
extensão
para
todos
do
auxílio
e da
cesta
alimentação.
"Além
disso,
um
debate
importante
que
reapareceu
é a
discussão
sobre
elegermos
representantes
dos
trabalhadores
nos
Conselhos
Administrativo
e
Diretor
do
banco",
afirma
o
coordenador
da
CEE
Caixa.
Plínio
afirma
ainda
que
a
luta
contra
a
discriminação
imposta
pela
Caixa
aos
trabalhadores
que
não
saldaram
o
Reg/Replan
não
termina
aqui.
"Vamos
continuar
lutando
para
que
todos
possam
migrar
para
a
nova
tabela
do
PCS",
garante.
Confira
aqui
os
resultados
das
assembléias
até
agora:
Aprovaram
ABC
(SP)
Acre
Alagoas
Angra
dos
Reis
(RJ)
Arapoti
(PR)
Ararangua
e
Região
(SC)
Araraquara
(SP)
Assis
(SP)
Bahia
Barretos
(SP)
Bragança
Paulista
(SP)
Campinas
(SP)
Campo
Grande
(MS)
Campos
de
Goytacazes
(RJ)
Campo
Mourão
e
Região
(PR)
Cariri
(CE)
Cataguazes
(MG)
Catanduva
(SP)
Chapecó,
Xanxerê
e
Região
(SC)
Cornélio
Procópio
(PR)
Corumbá
(MS)
Curitiba
(PR)
Divinópolis
(MG)
Dourados
(MS)
Feira
de
Santana
(BA)
Florianópolis
(SC)
Guarapuava
(PR)
Guaratinguetá
(SP)
Ipatinga
(MG)
Irecê
(BA)
Itabuna
(BA)
Jacobina
(BA)
Jaú
(SP)
Jundiaí
(SP)
Limeira
(SP)
Londrina
(PR)
Macaé
(RJ)
Marília
(SP)
Mato
Grosso
Naviraí
(MS)
Niterói
(RJ)
Nova
Friburgo
(RJ)
Oeste
Catarinense
Pará/Amapá
Paraíba
Paranavaí
(PR)
Pernambuco
Piauí
Piracicaba
(SP)
Presidente
Prudente
(SP)
Presidente
Venceslau
(SP)
Rio
Claro
(SP)
Rondonópolis
(MT)
Roraima
São
Carlos
(SP)
São
José
do
Rio
Preto
(SP)
São
Miguel
do
Oeste
(SC)
São
Paulo
(SP)
Sorocaba
(SP)
Taubaté
(SP)
Teófilo
Otoni
(MG)
Teresópolis
(RJ)
Toledo
(PR)
Três
Lagoas
(MS)
Uberaba
(MG)
Vale
do
Ribeira
(SP)
Vitória
da
Conquista
(BA)
Votuporanga
(SP)
Zona
da
Mata
e
Sul
de
Minas
Rejeitaram
Baixada
Fluminense
(RJ)
Belo
Horizonte
(MG)
Brasília
(DF)
Campina
Grande
(PB)
Ceará
Espírito
Santo
Itaperuna
(RJ)
Mogi
das
Cruzes
(SP)
Ponta
Porã
(MS)
Rio
de
Janeiro
(RJ)
Rio
Grande
do
Norte
Santos
(SP)
Sul
Fluminense
(RJ)
Três
Rios
(RJ)
Rejeitaram
mas
acompanham
maioria
Blumenau
(SC)
Maranhão
[
Notícias
] - [
Início
]

:.
Acorda BB:
mobilização
em todo o
país mostra
força dos
bancários:
26/06/2008
Os
bancários
do
Banco
do
Brasil
realizaram
hoje
mobilização
em
todo
o
país.
Foram
atividades,
paralisações
e
retardamento
das
agências,
coroando
a
organização
dos
trabalhadores
conseguida
na
campanha
Acorda
BB -
Banco
para
o
Brasil,
que
vem
agitando
o
banco
nos
últimos
meses.
"Os
bancários
do
BB
estão
de
parabéns
pela
luta
desses
últimos
meses,
em
especial
pelas
movimentações
deste
dia
25",
avalia
William
Mendes,
secretário
de
Imprensa
da
Contraf/CUT
e
funcionário
do
banco.
"A
campanha
Acorda
BB,
além
de
conseguir
avanços
como
mais
funcionários,
ajudou
a
fortalecer
os
trabalhadores
para
que
possamos
brigar
na
campanha
salarial
que
vai
começar
em
breve
por
melhores
salários,
condições
de
trabalho
e
questões
específicas
do
BB,
principalmente
as
ligadas
à
reestruturação",
afirma.
Para
Marcel
Barros,
coordenador
da
Comissão
de
Empresa
do
BB
da
Contraf/CUT,
a
campanha
foi
um
sucesso
ao
mobilizar
os
trabalhadores
e
trazer
para
o
debate
os
temas
mais
importantes
para
os
funcionários.
"É
um
recado
para
que
a
diretoria
do
BB
acorde
e
passe
a
olhar
para
dentro
do
banco,
e
não
só
para
a
concorrência",
sustenta.
Manifestações
Em
São
Paulo,
Os
funcionários
participaram
da
atividade
nacional
orientada
pela
Contraf-CUT
e
realizaram
mais
um
ato
no
Complexo
São
João,
marcado
por
forte
presença
policial.
Em
Brasília,
os
bancários
do
BB
paralisaram
por
duas
horas
diversas
agências,
unidades
e
edifícios
no
Distrito
Federal,
incluindo
manifestação
no
Setor
Bancário
Sul
e na
Tecnologia
(edifício
sede
IV).
O
Sindicato
do
Rio
realizou
atividade
nas
quatro
maiores
agências
do
centro
da
capital.
Em
Vitória,
os
bancários
se
uniram
aos
vigilantes,
que
realizaram
paralisação,
num
ato
na
Praça
Pio
XII,
no
centro
da
cidade.
Em
Teresina,
os
empregados
do
Banco
do
Brasil
das
agências
Piçarra,
zona
Sul
de
Teresina,
e na
cidade
de
Timon
(MA),
decidiram
parar
as
atividades
por
24
horas.
Nas
demais
unidades
de
Teresina
e na
cidade
de
Piripiri,
a
paralisação
foi
de
duas
horas,
de
10h
às
12h.
Na
base
do
Sindicato
dos
Bancários
do
Pará
e
Amapá,
os
bancários
aprovaram
por
unanimidade
a
paralisação
das
atividades
por
24
horas
nesta
quarta-feira.
Os
bancários
realizaram
panfletagem
nas
agências
e um
ato
em
frente
à
agência
do
BB
da
avenida
Presidente
Vargas.
Os
funcionários
de
Alagoas
aprovaram
a
paralisação
em
assembléia
realizada
ontem,
com
a
presença
de
cerca
de
100
bancários.
O
mesmo
ocorreu
em
Fortaleza,
com
paralisações
nas
agências
dos
principais
corredores
bancários
da
cidade.
Os
bancários
de
Curitiba
realizaram
paralisação
na
parte
da
manhã,
e em
Juiz
de
Fora,
aconteceu
paralisação
por
duas
horas
das
atividades
do
banco.
Os
bancários
retardaram
a
abertura
da
agência
Centro
de
Chapecó
para
meio-dia,
com
adesão
unânime
dos
funcionários.
Em
Guarapuava
a
agencia
do
BB
foi
paralisada
por
uma
hora.
Em
São
Leopoldo,
o
sindicato
realizou
distribuição
de
carta
aberta
aos
clientes
e
funcionários
do
Banco
do
Brasil,
nas
agências
Centro,
Scharlau,
Rio
Branco
e
Unisinos.
A
Contraf/CUT
recebeu
ainda
informações
sobre
manifestações
com
panfletagem
nas
agências
nas
bases
de
Campos,
Petrópolis
e
Concórdia.
[
Notícias
] - [
Início
]

:. Caixa
melhora
proposta do
PCS e
Comando
Nacional
recomenda
aprovação:
26/06/2008
Na
rodada
de
negociação
realizada
nesta
quarta-feira
25
por
solicitação
da
Contraf/CUT
sobre
a
unificação
das
tabelas
do
PCS
da
Carreira
Administrativa,
a
Caixa
melhorou
a
proposta
no
item
sobre
a
parcela
indenizatória.
Aumentou
para
R$
500
o
valor
da
indenização
para
os
trabalhadores
com
até
um
ano
de
empresa
e
que
entrarem
até
o
dia
30
de
junho
e
elevou
para
R$
10
mil
o
teto
para
os
empregados
mais
antigos
e
que
sejam
enquadrados
em
níveis
mais
elevados
da
nova
tabela.
Embora
considere
que
a
Caixa
não
atende
a
todas
as
reivindicações
dos
empregados,
diante
desse
avanço
o
Comando
Nacional
indica
a
aprovação
da
proposta
nas
assembléias
que
serão
realizadas
nesta
quinta-feira
26
em
todo
o
país.
De
acordo
com
a
proposta,
o
valor
da
indenização
é
determinado
com
base
em
um
cálculo
que
combina
o
salário
padrão
(após
o
enquadramento
na
nova
tabela)
com
o
tempo
de
serviço
na
empresa.
Assim,
cada
trabalhador
terá
esse
valor
calculado
individualmente.
O
banco
disponibilizou
um
simulador
na
intranet,
que
será
atualizado
com
os
novos
valores
até
amanhã.
Como
ficou
a
proposta
Estrutura
Salarial:
-
Quantidade
de
níveis:
48;
-
Valor
do
piso:
R$
1.244,00;
-
Valor
do
teto:
R$
3.700,00;
-
Interstício:
2,346252;
-
Incorporação
da
parcela
de
R$
30,00
do
ACT
2004
(aos
que
não
a
receberam
à
época)
corrigida
pelos
índices
de
2005
a
2007,
perfazendo
R$
34,90,
aos
que
migrarem
para
a
nova
tabela
de
PCS;
-
Amplitude:
197%;
-
Adesão
por
opção
individual.
Promoção
por
mérito:
-
criação
de
comissão
paritária
com
representantes
da
empresa
e
dos
empregados
para
estabelecimentos
dos
critérios
e
acompanhamento
da
aplicação
da
avalição;
-
adoção
de
critérios
objetivos
e
subjetivos
com
avaliação
cruzada
sem
vinculação
a
metas
individuais;
-
prazo
até
31/08
para
conclusão
dos
trabalhos
da
comissão;
-
promoção
anual
de 0
a 2
níveis
por
empregados;
-
garantia
de
promoção
por
merecimento
em
2009,
com
vigência
a
partir
de
01/01.
Parcela
Indenizatória:
A
Caixa
apresentou
novos
valores
para
a
Parcela
Indenizatória,
em
relação
à
proposta
apresentada
na
negociação
do
dia
18/06,
que
agora
parte
de
R$
500
para
os
trabalhadores
com
até
um
ano
de
Caixa
e
que
entrarem
até
o
dia
30
de
junho,
e um
teto
de
R$
10
mil,
para
os
empregados
mais
antigos
e
que
sejam
enquadrados
em
níveis
mais
elevados
da
nova
tabela,
disponibilizando
simulador
na
intranet
para
que
cada
empregado
posso
consultar
qual
será
seu
valor.
Ações
colidentes:
Ficou
acertada
a
redação
da
cláusula
com
o
texto
a
seguir,
"pagamento
de
parcela
única,
de
caráter
indenizatório,
a
título
de
quitação
dos
eventuais
direitos
e
ações
judiciais
que
versem
exclusivamente
sobre
o
PCS
propriamente
dito,
tais
como
reenquadramento,
vantagens
de
um
PCS
em
relação
a
outro,
e ou
alguma
parcela
a
ser
incorporada
diretamente
ao
salário-padrão
que
possa
alterar
a
nova
base
de
salário
padrão
prevista
no
PCS,
entendido
salário-padrão
na
forma
constante
dos
regulamentos
internos
da
Caixa
em
sua
redação
vigente
na
assinatura
do
presente
aditivo".
Criação
de
tabela
espelho
para
os
técnicos
bancários
superiores,
iniciando
no
nível
235
até
o
nível
248,
mantendo
a
nomenclatura
"Técnico
Bancário
Superior",
com
o
pagamento
dos
R$
34,90
e da
parcela
indenizatória,
garantindo
ainda
a
promoção
por
mérito.
Garantia
da
promoção
por
mérito
às
carreiras
de
auxiliar
de
serviços
gerais
e
profissional,
bem
como
aos
escriturários
que
permanecerem
na
tabela
de
89.
Não
possibilidade
de
migração
aos
que
permanecerem
no
Reg/Replan
não
saldado.
A
Caixa
propõe
ainda
manter
a
opção
para
a
nova
tabela
até
31/08,
pagando
o
valor
do
novo
salário
e a
parcela
indenizatória
no
dia
20/07
para
os
que
optarem
até
10/07;
20/08
para
os
que
optarem
até
10/08
e
20/09
para
os
que
optarem
até
31/08.
Avanço
A
proposta
negociada
representa
importante
avanço
para
o
conjunto
dos
empregados
da
Caixa,
quando
comparada
com
a
situação
atual,
e é
fruto
da
mobilização
da
campanha
salarial
de
2007
e da
pressão
que
conseguimos
fazer
nesse
período,
avalia
Plínio
Pavão,
coordenador
da
CEE/Caixa.
Quanto
à
vinculação
com
o
saldamento
do
Reg/Replan,
o
banco
se
mostrou
irredutível,
não
sendo
possível
superar
essa
exigência.
O
Comando
Nacional
considera
essa
vinculação
como
uma
discriminação,
mas
a
recusa
da
proposta
trará
um
prejuízo
à
grande
maioria,
inviabilizando
a
concretização
de
uma
das
mais
importantes
conquistas
dos
empregados.
A
unificação
do
PCS
é
histórica
para
os
trabalhadores
da
Caixa.
Principalmente
para
os
técnicos
bancários,
que
passarão
de
uma
tabela
com
amplitude
de
29%
e 15
níveis
para
outra
com
48
níveis
e
amplitude
de
197%
com
o
mesmo
piso.
É a
possibilidade
de
uma
real
progressão
na
carreira.
"Esse
é o
mais
importante
item
de
isonomia,
pois
coloca
todos
em
um
mesmo
patamar
de
oportunidade
de
crescimento
na
carreira
administrativa.
No
entanto,
a
luta
por
igualdade
não
se
encerra
aqui.
Continuaremos
reivindicando
a
Licença
prêmio
e
Adicional
por
Tempo
de
Serviço
(ATS)
para
os
novos",
afirma
Pavão.
Para
os
empregados
antigos,
contratados
no
PCS
de
89,
a
proposta
resgata
a
promoção
por
merecimento,
estagnada
desde
1992.
Além
disso,
esse
segmento
terá
ganhos
importantes
por
conta
do
enquadramento
na
nova
tabela
e do
cálculo
do
anuênio
(ATS)
com
base
em
um
salário
padrão
maior.
Face
a
essa
avaliação
positiva
da
CEE/Caixa,
o
Comando
Nacional
dos
Bancários
está
orientando
a
aprovação
da
proposta
de
unificação
das
tabelas
do
PCS
pelos
avanços
apresentados,
contudo
mantém
a
crítica
contundente
que
sempre
fez
à
vinculação
entre
plano
de
benefício
da
Funcef
com
plano
de
cargos
e
salários
na
empresa.
[
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Início
]

:.
Contraf/CUT
recebe
registro
legal, um
marco na
história de
luta dos
bancários:
26/06/2008
A
Contraf/CUT
recebeu
finalmente
nesta
terça-feira
24
de
junho
o
registro
legal
no
Ministério
do
Trabalho,
culminando
um
longo
processo
de
organização
e de
unificação
nacional
da
categoria
iniciado
há
quase
três
décadas.
"Sempre
tivemos
a
representação
de
fato
da
categoria
bancária.
Agora,
com
o
reconhecimento
na
Justiça
e no
MTE
do
registro
sindical,
conquistamos
de
maneira
inequívoca
também
de
direito",
comemorou
Vagner
Freitas,
presidente
da
entidade,
ao
receber
o
certificado
de
registro
das
mãos
do
ministro
Carlos
Lupi.
"Em
nome
das
nove
federações
e
dos
110
sindicatos
filiados,
sem
os
quais
não
haveria
a
Contraf/CUT,
tenho
orgulho
de
receber
esse
registro,
que
representa
um
marco
na
história
de
lutas
dos
bancários
e
serve
de
exemplo
também
para
as
demais
categorias
de
trabalhadores",
disse
Vagner,
na
presença
do
presidente
da
CUT,
Artur
Henrique,
de
dezenas
de
dirigentes
sindicais
bancários
e de
outras
categorias
e do
deputado
Ricardo
Berzoini
(PT-SP),
um
dos
fundadores
e
primeiro
presidente
da
Confederação
Nacional
dos
Bancários
(CNB/CUT),
a
antecessora
da
Contraf/CUT,
criada
em
1992.
Além
de
Berzoini,
Vagner
Freitas
rendeu
homenagem
em
seu
pronunciamento
aos
ex-presidentes
e
ex-dirigentes
sindicais
que
foram
fundamentais
na
construção
e
consolidação
da
organização
nacional
dos
trabalhadores
do
ramo
financeiro.
Entre
eles,
citou
Luiz
Gushiken
e
Gilmar
Carneiro,
principais
responsáveis
pela
criação
do
Departamento
Nacional
dos
Bancários
da
CUT
(DNB/CUT),
em
1986,
o
ex-presidente
do
Sindicato
de
São
Paulo
João
Vaccari
Neto
e os
ex-presidentes
da
CNB/CUT
Sérgio
Rosa,
Célia
Cantu
e
Fernanda
Carísio.
Participaram
também
do
ato
no
Ministério
do
Trabalho
o
secretário-geral
da
Contraf/CUT,
Carlos
Cordeiro,
e os
diretores
Miguel
Pereira
e
Plínio
Pavão.
'A
concretização
de
um
sonho'
"É
uma
honra
para
mim
estar
na
presidência
da
CUT
neste
momento
histórico",
destacou
Artur
Henrique.
"Acompanhei
esse
percurso
histórico
de
muita
luta
e
muita
ousadia
dos
bancários,
que
ao
ampliarem
a
base
de
representação
para
os
trabalhadores
do
ramo
financeiro
conquistam
um
grande
avanço
nas
relações
de
trabalho
no
Brasil."
O
deputado
Ricardo
Berzoini,
que
quando
foi
ministro
do
Trabalho
deu
início
ao
processo
de
legalização
da
Contraf/CUT,
afirmou
que
o
registro
legal
da
Contraf/CUT
é "a
concretização
de
um
sonho
de
16
anos
de
muito
enfrentamento".
Ele
também
parabenizou
o
ministro
Carlos
Lupi
e o
secretário
de
Relações
do
Trabalho
Luís
Antônio
Medeiros
pela
"determinação
e
coragem"
com
que
enfrentaram
as
pressões
patronais
e
trabalharam
para
que
o
registro
fosse
concedido.
Portaria
186
Após
o
início
do
processo
de
registro
da
Contraf/CUT
e do
reconhecimento
na
Justiça
da
legitimidade
da
confederação,
o
MTE
editou,
em
10
de
abril
deste
ano,
a
Portaria
186,
alterando
os
procedimentos
para
registro
sindical
no
país.
Essa
portaria
avança
no
sentido
de
caminharmos
rumo
a
uma
maior
liberdade
e
autonomia
sindicais,
um
dos
objetivos
históricos
da
Central
Única
dos
Trabalhadores.
Nova
sede
Após
a
solenidade
no
MTE,
a
conquista
do
registro
sindical
foi
comemorada
na
festa
de
inauguração
da
nova
sede
da
Contraf/CUT
em
Brasília.
"A
confederação
agradece
a
presença
das
autoridades
de
Estados,
dirigentes
sindicais,
lideranças
dos
movimentos
sociais
e
todos
que
compareceram
ao
evento
para
celebrar
conosco",
lembrou
Vagner.
[
Notícias
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]

:.
Bancários do
BB de Juiz
de Fora
páram hoje:
25/06/2008
Apesar
da
decisão
de
outras
assembléias
pelo
país
de
paralisarem
por
algumas
horas,
os
funcionários
do
Banco
do
Brasil
em
Juiz
de
Fora
estão
mantendo
a
decisão
tirada
em
assembléia
ontem
de
acatar
a
indicação
da
Contraf
CUT
(Confederação
dos
Trabalhadores
no
Ramo Financeiro) de
paralisação
de
24
horas hoje.
A
agência
do
bairro
São
Mateus
não
funcionou
e as
demais
paralisaram
parcialmente
suas
atividades.
Não
houve
atendimento
dos
caixas
em
nenhuma
das
agências.
Em
mais
uma
medida
que
aprofunda
sua
política
de
se
igualar
aos
bancos
privados
para
disputar
o
mercado,
abrindo
mão
de
sua
função
pública,
o
Banco
do
Brasil
decidiu
estender
a
todas
as
cidades
do
país
com
mais
de
quatro
agências
a
centralização
dos
serviços
de
suporte,
o
que
vai
diminuir
ainda
mais
o
número
de
caixas,
aumentar
a
carga
de
trabalho
nas
dependências
e
piorar
o
atendimento
aos
clientes
e
usuários,
sobretudo
os
de
baixa
renda.
A
paralisação
de
24
horas
foi
convocada
pela
Contraf/CUT
em
resposta
ao
descaso
da
direção
do
BB
para
com
as
reivindicações
do
funcionalismo,
entre
as
quais
estão
a
criação
de
um
Plano
de
Cargos,
Carreira
e
Salários
(PCCS),
o
pagamento
das
substituições,
a
contratação
de
mais
funcionários,
o
fim
das
metas
abusivas,
o
combate
efetivo
às
práticas
de
assédio
moral
e
melhores
condições
de
trabalho.
As
negociações
vêm
se
arrastando
desde
o
final
da
campanha
salarial
do
ano
passado
e o
banco
só
enrola.
Na
última
rodada,
dia
6 de
junho,
o BB
rejeitou
praticamente
toda
a
pauta
de
reivindicações
dos
funcionários.

[
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]

:.
HSBC
paralisa
atividades
por duas
horas:
25/06/2008
As
agências
do
HSBC
em
Juiz
de
Fora
paralisaram
suas
atividades
hoje
por
duas
horas.
O
motivo
é
uma
onda
de
demissões
que
está
em
curso
no
Banco
Em
todo
o
país,
funcionários
do
HSBC
estão
mobilizados
pelo
fim
das
demissões
e
por
melhores
condições
de
trabalho,
que
estão
cada
vez
mais
insuportáveis.
A
situação
piora
à
medida
que
o
banco
implementa
mudanças
no
seu
perfil
de
atuação
no
Brasil,
que
envolve
desde
a
escolha
de
um
público
preferencial,
materializada
na
expansão
das
agências
Premier,
até
a
revisão
do
modelo
operacional.
As
alterações
afetam
diretamente
a
vida
dos
trabalhadores,
que
sofrem
com
fechamento
de
agências,
extrapolação
da
jornada
de
trabalho,
demissões,
descomissionamentos
e
aumento
das
metas.
A
falta
de
funcionários,
problema
antigo
do
HSBC,
se
agravou
muito
com
uma
nova
onda
de
demissões,
coisa
que
o
banco
negou
que
faria
na
última
negociação
com
a
Confederação
Nacional
dos
Trabalhadores
do
Ramo
Financeiro
(Contraf/CUT).
Muitos
trabalhadores
lesionados
têm
sido
vítimas
dos
cortes.
Com
isso,
a
carga
de
trabalho
dos
bancários
que
ficaram
no
banco
aumentou
ainda
mais,
levando
muitos
a
desenvolverem
doenças
ocupacionais
ligadas
ao
estresse.
Os
trabalhadores
ainda
têm
que
lidar
com
a
extrapolação
da
jornada.
Isso
é um
retrocesso,
uma
vez
que
o
problema
já
havia
sido
resolvido.


[
Notícias
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Início
]

:.
Juiz de Fora
adere à
greve de 24h
no Banco do
Brasil:
25/06/2008
Ontem à
noite, os
funcionários
do Banco do
Brasil de
Juiz de
Fora, em
assembléia
no Sindicato
dos
Bancários,
decidiram
aderir à
greve
nacional de
24 horas
devido às
novas
políticas
adotadas
pelo governo
para
aumentar os
lucros do
banco sem
respeitar
condições
mínimas de
trabalho
para os seus
bancários.
Em mais uma
medida que
aprofunda
sua política
de se
igualar aos
bancos
privados
para
disputar |