Sindicato do Bancários Zona da Mata e Sul de Minas - SINTRAF JF
Imprensa e Notícias

O Brasil não quer a reforma da Previdência

Com greves, atos e protestos a classe trabalhadora deu o recado

Greves, manifestações, passeatas, atos gigantescos. A segunda-feira (19/02) foi, assim, um dia de luta, em todo o Brasil, marcado por ações da classe trabalhadora contra a reforma da Previdência do golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB). Resultado da pressão das ruas, a proposta acabou sendo retirada da pauta pelo presidente do Congresso Nacional, o senador Eunício Oliveira  

A CUT, demais centrais e movimentos sociais mobilizaram, em todas as regiões do País, milhares de trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias, como professores, petroleiros, metalúrgicos, bancários, químicos, servidores públicos. Foi uma forte demonstração de união e garra, como disse o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, contra a nefasta reforma da Previdência, que mantém  privilégios de alguns e prejudica a maioria da população brasileira, que não conseguiria se aposentar se a medida fosse aprovada, como queria Temer.

A proposta do governo golpista aumentaria o tempo de contribuição previdenciária de homens e mulheres e poderia até diminuir o valor do benefício, entre outras medidas prejudiciais. “Seria um atentado contra os direitos de milhões de trabalhadores e trabalhadoras urbanos e rurais que contribuem a vida inteira com o INSS para garantir um futuro com o mínimo de recursos no bolso”, disse o secretário-geral nacional da CUT, Sérgio Nobre.

Vagner Freitas destaca ainda que, com a proposta do governo golpista, quem mais ganharia com essa ‘deforma’ seriam os bancos com seus planos de previdência privada que não são garantia alguma de ganho para o trabalhador.

Confira matéria sobre o ato contra a Reforma da Previdência realizado aqui em Juiz de Fora e que contou com a participação de diversos sindicatos e centrais. 

Fonte: SINTRAF JF com CUT